MATADOR EVAIR É A ESTRELA DO QUARTO EPISÓDIO DE ESPORTE(ponto final)

Depois de Sócrates Brasileiro, Oscar Schmidt e Ana Moser, mais um grande nome do esporte brasileiro dá seu depoimento à série ESPORTE(ponto final). No quarto episódio o ex-centroavante e ídolo do Palmeiras, Evair, responde qual o maior momento que viveu no esporte e qual o maior momento que viu o esporte viver.

Em 1979, Evair foi reprovado em uma peneira no São Paulo Futebol Clube e com a ajuda de um amigo, foi jogar no Guarani. Em 1984, foi promovido a profissional do time de Campinas. Em 1987 foi convocado para a Seleção Brasileira e no mesmo ano foi medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis (EUA).

Neste episódio de ESPORTE(ponto final), Evair explica como batia pênaltis e que ao correr para a bola, o canto já estava definido e era sempre o mesmo. Apenas quando o goleiro se mexia, ele mudava.

Conta também como foi empolgante ver a equipe brasileira de basquete, liderada por Oscar Schmidt, chegar nos alojamentos do pan de 1987, após ganhar a medalha de ouro em cima dos americanos.

Para Evair o ouro do basquete foi fundamental para elevar o moral do time de futebol, que dias mais tarde, também conquistou a medalha de ouro com um gol dele na final, contra os mexicanos.

Confira o vídeo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=PhoULjRyjCI

ESPORTE(ponto final) tem uma vida longa. A ideia é que até 2016 sejam “convocadas” 60 figuras do esporte, criando um conteúdo em série sobre o esporte e o Brasil. Hortência, Vanderlei Cordeiro, Magic Paula já deram entrevistas e seus episódios são os próximos.

www.esportepontofinal.com.br

@esportepfinal

facebook.com/esportepontofinal

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ESPORTE (ponto final) FAZ SUA ESTREIA NA INTERNET

Criado com o objetivo de ser um documentário em série, no qual os personagens respondem a duas perguntas e estas respostas se transformam em um episódio, o ESPORTE(ponto final) faz sua estreia na web em grande estilo. Sócrates Brasileiro e Oscar Schmidt são os entrevistados nos primeiros episódios do ESPORTE(ponto final). Os ex-jogadores foram convidados pelo projeto e de forma bem descontraída responderam em vídeo:

Qual o maior momento que você viveu no esporte?

Qual o maior momento que você viu o esporte viver?

Estas duas questões são o fio condutor da série, que a cada mês coloca no ar – no www.esportepontofinal.com.br – um novo personagem contando o que viu e viveu ao longo de sua carreira. “Sempre quis ouvir, desses grandes atletas, qual foi o momento definitivo de suas carreiras, visto de dentro para fora da quadra, da pista do campo, pelo ponto de vista que só eles têm. E também, descobrir que outra figura do esporte os move, os emociona como espectadores. É um grande álbum de entrevistas”, explica Giuliano Zanelato, o criador do projeto.

Para o ESPORTE(ponto final), Sócrates contou que o maior momento que ele viveu foi sua estréia na Copa do Mundo na Espanha em 1982. “Eu, capitão do time ouvindo o hino nacional brasileiro, me sentia representante do povo brasileiro, o meu comportamento, minhas atitudes, minha forma de expressar, seja física, seja mental, seja psicológica, de alguma forma representava meu povo, isso é incomparável, todo resto é menor. Isso, digamos que foi o ápice de tudo aquilo que representou o futebol para mim.”

Já Oscar Schmidt, apontou como o maior momento que ele viu o esporte viver as Copas de 70 e de 94. “A de 70 foi um choque, eu era menino em Natal e eu vi o Brasil em cores na casa dos amigos , porque a gente não tinha nem televisão, imagina a cores e não creio que tenha tido outro time de futebol melhor que aquele. Os lances do Pelé na Copa de 70 são uma enciclopédia e como jogar bem futebol. E na Copa de 94, por eu ter jogado na Itália muitos anos, eu desejava uma final Brasil e Itália, chegou o momento e eu não consegui assistir a prorrogação. Um nervosismo tão grande, não assisti e voltei para os pênaltis, que é uma coisa imediata e não tem tanto sofrimento como 30 minutos de prorrogação”.

Giuliano Zanelato, Sérgio Pizza Gambier e Bruno D´Angelo são os produtores executivos do projeto que é produzido pela Gaia Produções. “O conceito que rege o projeto é nos aproximarmos de uma visão única e pessoal de um grande atleta, seja sobre o que ele viveu ou viu e nesse sentido ficou claro desde o início, que os episódios deveriam receber um tratamento estético especial. A partir daí foi desenvolvida a linguagem cinematográfica tanto de captação quanto de montagem do ESPORTE(ponto final) e eu acho que isso colaborou para torná-lo único. A concepção estética e produção em série independente deste projeto seria inviável sem os avanços digitais dos últimos dois anos”, explica Sérgio Pizza.

ESPORTE(ponto final) além de um projeto esportivo, é um programa que fala de comportamento. “Estamos falando de algo intangível. A emoção que o esporte nos proporciona vai além de torcer por este ou aquele time, este ou aquele atleta ou jogador. Falamos com este projeto do papel do esporte na vida do ser humano e como suas consequências nos move. Queremos que o ESPORTE(ponto final) seja o programa da internet visto por todos, não só pelos que amam o esporte, mas os brasileiros que se identificam com histórias, com emoção, com o que o Brasil tem de melhor”, afirma Bruno D´Angelo.

Além dos vídeos com as entrevistas de Sócrates, Oscar e dos próximos entrevistados, no site do projeto é possível também acompanhar em texto, os bastidores da entrevista com cada um dos personagens do ESPORTE(ponto final).

O projeto lançado este mês tem uma vida longa. A ideia é que até 2016 sejam “convocadas”

60 figuras do esporte, criando um conteúdo em série sobre o esporte e o Brasil. No próximo mês, entra no ar a entrevista com Ana Moser, eternizada em 2009 pelo seleto hall da fama do vôlei. Hortência, Evair, Vanderlei Cordeiro, já deram entrevistas e seus episódios estão sendo editados. Acompanhe!

As “Estrelas”

Já estava mais do que na hora do “papodboleiro” falar sobre aquele que é o grande protagonista do mundo futebol: O JOGADOR PROFISSIONAL. Claro, que o tom do debate não poderia deixar de ser outro, a não ser a crítica.

Esse post de hoje eu dedico a uma classe de jogadores que está me chamando muito a atenção ultimamente, os chamados jogadores “estrelas e intocáveis”. Quem são esses jogadores? São aqueles, que de forma alguma, aceitam receber algum tipo de crítica, e estão sempre dispostos a um novo elogio. É o tipo de jogador que adora ser “bajulado” pela imprensa, mas quando solicitado, por alguma derrota de seu time ou mesmo para algum esclarecimento, se faz de difícil.

A foto escolhida para este post ilustra o jogador português Cristiano Ronaldo. Sempre fui muito crítico com relação a ele. Na minha modesta opinião, trata-se de um excelente jogador, com excelentes números (em clubes), mas que, por culpa da mídia e dele próprio, acha que joga mais que o Pelé. Sempre que falo dele faço questão de citar o fato de que, na minha concepção, é totalmente inadmissível  um jogador se “olhar” no telão em um jogo de Copa do Mundo após um lance. Mas isso é um caso a parte.

Vale lembra que, aqui no Brasil, temos vários exemplos como o de Cristiano Ronaldo.

Em oposição a ele eu posso citar Lionel Messi. Esse sim, o MELHOR do mundo. Com muitas conquistas pessoais e de grupo, e que, de maneira brilhante, consegue ser discreto e objetivo em suas “raras” aparições. Para o “el pibe” o que conta é bola na rede.

Quero citar um outro fato que me intriga muito quando o assunto é: jogador de futebol. Alguém saberia me responder, por que, na maioria das vezes, quando um jogador é negociado de um clube para outro ele precisa de um “tempo” de adaptação? Uma espécie de “mini” pré-temporada.

Oras, se o cara está jogando em um time, o que o impede de se apresentar no outro, e, no dia seguinte jogar? (não considero casos de problemas jurídicos e contusões, claro!).

Em outras profissões não observo isso. Tem jogador que recebe salário por vários meses sem jogar. É como se um motorista de ônibus saísse da ULTRA e fosse contratado pela EXPRESSO LUXO. Aí ele chega lá e diz: “bom…começo daqui há 2 meses…até lá eu vou treinando pra fazer aquilo que já faço há 15 anos” – inviável né.

Pior que isso é quando dizem que o jogador tem que ser poupado. O cara joga duas vezes por semana e tem que descansar? Tem alguma coisa errada nisso ai…

Bom… tem muito assunto que envolve o mundo do futebol e seus protagonistas. Esse post serviu mais como um desabafo meu para dizer que não considero jogador de futebol um ser diferenciado. Não vejo tanto sacrifício no trabalho dele, que um lixeiro, por exemplo, não tenha.

Claro, nem entrarei no mérito financeiro…

#prasemprefenômeno

AVISO: o texto abaixo contém 99% de emoção e 1% de razão.

Ronaldo Luiz Nazário de Lima. Ronaldinho. Ronaldo. Fenômeno.

Parou de jogar bola no dia 14 de fevereiro de 2011. Hoje, faz sua despedida oficial da seleção brasileira em uma partida amistosa com a Romênia. O mundo verá, pela última vez, mesmo que por 15 minutos, a última participação, daquele foi o símbolo da seleção “canarinho” dos últimos 20 anos. Cá entre nós, ninguém é eleito o “presidente” da resenha à toa.

Independente de simpatia ou característica, é inegável o quanto este cidadão tem carisma e cativa a todos por onde passa. Não há uma pessoa dentro ou fora do mundo do futebol que não se espelhe ou admire sua história.

Para os mais saudosistas, o melhor camisa 9 que o mundo viu jogar (e eu concordo muito com isso). Daqueles que tive a oportunidade de acompanhar a carreira, o coloco no posto mais alto. O número 1. Vale lembrar que não estou considerando números para esta análise, e sim, estilo de ser e jogar de Ronaldo.

Fenômeno em campo. Fenômeno de marketing. Ronaldo foi exemplo de superação, dentro e fora de campo. Com uma carreira cheia de altos e baixos, passou de vilão para herói em um espaço de 4 anos (França 98 – Koréia/Japão 02). Passou por vários clubes: Cruzeiro, PSV, Barcelona, Inter de Milão, Real Madrid, Milan e Corinthians.

Maior artilheiro de todos os tempos em Copa do Mundo. Ganhou 3 vezes o prêmio de melhor do mundo da FIFA (1996/1997/2002).

A sua atuação hoje de noite será o fator menos importante. Serão apenas 15 minutos. Os últimos 15.

Confesso que durante esses 900 segundos, nada me importará, a não ser a camisa 9 da seleção brasileira.

Segue o vídeo feito em homenagem ao Fenômeno.

Agora conta a do “português”…

Quando eu penso que já vi, li e ouvi tudo a respeito do mundo do futebol, sou surpeendido novamente. Atenção, o que vou dizer aqui não é brincadeira. Este cidadão de camisa azul (número 5) na foto acima, principal responsável pela eliminação do Brasil na Copa de 2010, disse que ainda pretende jogar pela seleção brasileira.

No tradicional (abre aspas): “Confio no meu potencial. Toda entrevista que vejo do Mano fico feliz. As portas da Seleção não estão fechadas a nenhum jogador. Isso só me dá forças pra continuar trabalhando muito. Se eu continuar com a humildade e regularidade em campo, dá para acreditar”, disse Melo.

DIFÍCIL é acreditar que ele tenha dito isso. Quem sou eu para julgar o sonho e a vontade de um jogador?. Afirmo hoje com todas as letras que ele foi sim o maior responsável pela eliminação do Brasil em 2010, mas pior que isso, foi quem o levou (na ocasião, Dunga). É triste para um país que tem jogadores como Neymar, P.H Ganso, Lucas, Ronaldinho Gaúcho e tantos outros bons meio-campistas, ter aturado esse truculento volante.

Não bastasse isto, ele agora se mostra interessado em voltar. Chega né? Você já teve sua passagem meu camarada. Espero que o Mano Menezes não troque Elias e Elano pelo Felipe Melo. Seria um ato de insanidade. Chega desse futebol “marcador e pegado” – vamos voltar ao bom e alegre estilo brasileiro de jogar.

Felipe Melo, VALEU!

OBS: Tentei achar uma foto do Felipe Melo em um “bom momento” – o Google não me atendeu.

A famosa “farra do Boi”

Continuando a saga de alfinetadas e críticas em tudo aquilo que considero errôneo e equivocado, hoje falo sobre as eleições para o cargo de presidente da FIFA, entidade maior no mundo do futebol.

Assim como aqui na CBF, lugar onde Ricardo Teixeira figura na presidência por muitos e muitos anos, Joseph Blatter faz o mesmo como presidente da FIFA. Já são três mandatos como “manda chuva”, e o pior, como é candidato único, deverá ser eleito para seu QUARTO mandato a frente da organização.

Oras. Não é possível que não haja UM candidato capaz de mudar o destino desta eleição. Eleição essa que vem acompanhada de uma enorme mancha, já que nos últimos meses a FIFA vem sendo acusada de vários escândalos envolvendo as candidaturas das Copas de 2018 e 2022.

Pior do que isso é ver, o próprio Blatter, dizendo que ele é o único capaz de guiar esse barco chamado FIFA. A verdade, é que, como capitão desta “poderosa” máquina, Blatter já tomou rumos errados, mas sempre é salvo pelos ventos que o trazem de volta ao caminho certo. (ventos esses soprados por muita gente influente)

Até quando ele comandará esta embarcação?

Enquanto isso, o futebol fica à deriva.

Será que vai?

30 de Outubro de 2007. Este foi o dia que o Brasil foi eleito como país sede para a Copa do Mundo de 2014. De lá pra cá me pergunto de quem foi a idéia de colocar, um país com a nossa estrutura, como candidato nessa disputa. Pior que isso, quem foi que ESCOLHEU o Brasil como a sede? (ok, não dava pra perder pra Colômbia né) – e tinha toda questão de ser um país da América do Sul e blá blá blá

Vocês devem estar pensando: “essa cara é louco”; “esse cara não tem patriotismo” – muito pelo contrário, não sou louco e sou muito patriota, mas cá entre nós, se, em 2011, nós temos a plena consciência de que estamos bem atrasados com relação a tudo, imagine á 4 anos atrás como não estávamos. Será que ninguém imaginava que NADA teria mudado 4 anos depois? Ainda se discute o local da abertura da Copa do Mundo. Alguém imagina algo pior que isso?

É claro que a realização da Copa do Mundo é algo que trás benefícios sem tamanho para nossa querida terrinha. (me refiro ao mês do evento – já que depois, não sei o que faremos com 10 estádios de proporções gigantescas). Mas será que temos MESMO condições de realizar um evento tão grande como este? Alguns irão citar como exemplo o Pan-Americano realizado no Rio, e que deu certo e tal. Ok. Estamos falando de apenas 1 (um) estado, não um país todos.

É visível para todos o quão fraca é nossa estrutura aeroviária, rodoviária, hoteleira – sem contar os problemas de segurança e trânsito.

Alguns dados importantes:

  • O Brasil não possui, HOJE, nenhum estádio que se encaixa no modelo proposto pela FIFA para receber uma partida de Copa do Mundo
  • A previsão é de que o Brasil receba 500.00 turistas durante o mês da Copa (A França recebeu isso em 1998)
  • Nenhum aeroporto, HOJE, do Brasil tem capacidade pra receber um evento como este.

Confesso que fico em um misto de medo e ansiedade. Espero queimar minha língua, mas (das duas uma) – ou teremos a maior Copa do Mundo de todos os tempos, OU, será mais uma vergonha nacional.

E pra vocês, a Copa aqui, fio um erro ou um acerto?

O mundo da bola

Confesso que pensei em algum tema ou assunto de importância para a abertura deste blog. Ao invés disso, decidi usar esse primeiro post para fazer um convite à todos os amantes e simpatizantes dessa “religião”, que é o futebol.

Usaremos este espaço para discutir, de forma crítica e inteligente, tudo aquilo que tem ligação com o mundo da bola. Jogos históricos, craques, gols, times e muito mais.

Portanto, SEJAM TODOS MUITO BEM VINDOS!

A partir de hoje, vocês, apaixonados pelo futebol, têm mais um canal de informação sobre o esporte mais popular do mundo. É só participar com seu palpite, crítica e sugestão.

Abraços,

Vytor Zeidan